Distribuidor interno e Distribuidor geral (DIO e DGO) ópticos

Distribuidor óptico

Entenda as diferenças entre DIO e DGO e saiba como um distribuidor óptico pode beneficiar sua rede

Você sabe as diferenças entre o DIO (Distribuidor Interno Óptico) e o DGO (Distribuidor Geral Óptico)?

O DIO, que também é chamado de bastidor, está para a fibra óptica assim como o patch panel está para o cabeamento de par trançado. Ele é responsável por concentrar e distribuir conexões de diferentes cabos de fibra óptica dentro de uma rede – seja para transmissão de voz, imagem ou dados –.

Principais utilizações do DIO

Além disso, o DIO é projetado para facilitar a instalação e fornecer uma maior confiabilidade ao cabeamento da rede. Ele ainda permite organizar e armazenar o cabeamento óptico de forma segura, com módulos de encaixe rápidos e gaveta deslizante.

Como o próprio nome sugere, o Distribuidor Interno Óptico é utilizado internamente em instalações de racks, para cabeamento vertical ou primário e em salas ou armários de distribuição principal. Ele administra e gerencia backbones ópticos, para cabeamento horizontal ou secundário, distribuindo serviços em sistemas ópticos horizontais.

Funções básicas do DGO

O DGO, por sua vez, se apresenta quando ele está na ponta da rede e tem mais que 24 portas para prover conexão para toda (ou quase toda) rede. O princípio é o mesmo do DIO. No entanto, o DGO é utilizado como uma espécie de “tronco da árvore”.

Ele é indicado para ser utilizado em instalações internas, de forma a interligar equipamentos e cabos ópticos, o que permite a gestão de fibras ópticas. Em sua composição, o Distribuidor Geral Óptico conta tais itens:

  • Módulo de conexão;
  • Bastidor;
  • Módulo de armazenamento e/ou gerenciador de cordão óptico;
  • Módulo de emenda;
  • Módulo de dispositivos ópticos passivos.

Componentes extras

Após definir o tipo de distribuidor óptico, é necessário acrescentar outros itens que serão essenciais para gerar mais valor à rede. Sem dúvidas, o sistema de cabeamento também deverá contar com alguns componentes, entre os quais:

  • Combinadores;
  • Atenuadores;
  • Divisores;
  • Elementos ativos (incluindo um comutador óptico).

Nesse contexto, vale destacar que os distribuidores ópticos mais atuais já contam com módulos preparados com integração ao seu próprio bastidor. Em forma de cartões, eles são colocados de modo direto nos painéis das conexões. Além disso, há sistemas particularmente desenvolvidos e preparados para administrar as redes com estruturas de fibras ópticas ou misturadas com cabos metálicos.

Considerando os aspectos que acabamos de descrever, o projeto da rede estará praticamente terminado. Depois desse processo, é preciso detalhar algumas questões, como destacamos a seguir, por exemplo:

  • A chegada dos cabos;
  • A passagem dos cabos;
  • A técnica de emenda utilizada (conectorização, mecânica ou fusão).

Mais economia e retorno sobre investimento

A partir dessa perspectiva, vale o alerta de que a não utilização de um distribuidor óptico pode reduzir o tempo de vida útil, assim como a flexibilidade e a eficiência, de uma rede – que pode ser, por exemplo, da TV, da telefonia ou de dados.

Isso significa que é essencial utilizar um distribuidor óptico, pois ele traz vantagens como um custo baixo, se comparado às redes de transporte (sistemas via rádio, multiplexadores e transmissores), além de outros benefícios, como economia e retorno sobre o investimento.

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DIO Distribuidor Furukawa B48

 

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